Poema de 14 de Junho – Sri Chinmoy, Reflexões

14 de Junho

Não visite os mundos da ego-exibição se quiser manter o seu próprio ego sob perfeito controle.

O meu orgulho humano sente que eu posso fazer qualquer coisa. O meu orgulho divino, o orgulho que se entregou à Vontade de Deus, sabe que posso fazer qualquer coisa, apenas, quando sou inspirado, guiado e auxiliado pelo Supremo. O meu orgulho humano deseja que o mundo me compreenda, ao meu amor, ao meu auxílio e ao meu sacrifício. O meu orgulho divino, o qual é o sentimento de unicidade com Deus, não deseja que o mundo compreenda as minhas ações abnegadas. Ele sente que se Deus me entende, se Deus conhece as minhas intenções, então, não pode haver maior recompensa.

Se está inclinado
A medir a sua vida-serviço,
Então, todo o seu ser,
Não conseguirá voltar-se
Em direção a Deus-perfeição.


Reflexão, poema de “14 de Junho”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.

4 de Maio – Sri Chinmoy, Reflexões

4 de Maio

Ver além de mim mesmo é encontrar e sentir a minha unicidade inseparável com meu Amado Supremo.

Depois do Amor de Deus, tenho que sentir algo muito significativo e profundo: a Unicidade de Deus. O Amor de Deus não basta. Eu posso amar algo ou alguém sem ter estabelecido ali a minha unicidade, unicidade inseparável com o objeto do amor. Portanto, após sentir o Amor de Deus, eu
tenho de desenvolver a minha consciente, constante e inseparável unicidade com Ele.

Consciência é a única coisa
De que a minha mente precisa.
Devoção é a única coisa
De que o meu coração necessita.
Unicidade – constante, incessante,
Inseparável unicidade com meu Senhor Supremo –
É a única coisa de que eu preciso.


Reflexão “4 de Maio”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.