Poema de 14 de Junho – Sri Chinmoy, Reflexões

14 de Junho

Não visite os mundos da ego-exibição se quiser manter o seu próprio ego sob perfeito controle.

O meu orgulho humano sente que eu posso fazer qualquer coisa. O meu orgulho divino, o orgulho que se entregou à Vontade de Deus, sabe que posso fazer qualquer coisa, apenas, quando sou inspirado, guiado e auxiliado pelo Supremo. O meu orgulho humano deseja que o mundo me compreenda, ao meu amor, ao meu auxílio e ao meu sacrifício. O meu orgulho divino, o qual é o sentimento de unicidade com Deus, não deseja que o mundo compreenda as minhas ações abnegadas. Ele sente que se Deus me entende, se Deus conhece as minhas intenções, então, não pode haver maior recompensa.

Se está inclinado
A medir a sua vida-serviço,
Então, todo o seu ser,
Não conseguirá voltar-se
Em direção a Deus-perfeição.


Reflexão, poema de “14 de Junho”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.

Poema de 9 de Junho – Sri Chinmoy, Reflexões

9 de Junho

O que é a espiritualidade? É a linguagem comum entre homem e Deus.

Quando seguimos uma vida espiritual, quando andamos pelo caminho da espiritualidade, uma palavra surge sempre e essa palavra é sacrifício. Devemos sacrificar a nossa própria existência pelos outros – aquilo que temos e aquilo que somos. O que temos é disposição e o que somos é alegria. Podemos ter essa alegria, apenas, quando a procuramos no nosso interior profundo. Sendo nós interiormente alegria, seremos boa vontade exteriormente. Apenas, quando a nossa existência interior estiver inundada de alegria e deleite é que estaremos dispostos, mais do que dispostos, a ajudar o mundo exterior.

Quando alegremente
Faço o que posso,
Meu Senhor Supremo, incondicionalmente,
Faz por mim
O que eu não posso.


Reflexão, poema de “9 de Junho”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.