Poemas do Mês de Julho – Sri Chinmoy, Reflexões

Paz de espírito
Não pode ser obtida da noite para o dia.
Para termos paz de espírito
Devemos investir muitos anos-silêncio
Em espiritualidade.


Reflexão, poema do Mês de Julho, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.

Poema de 10 de Junho – Sri Chinmoy, Reflexões

10 de Junho

É tão difícil obter paz de espírito. Então, por que gasta a sua paz com tanta extravagância?

Como conquistar a ira? Sinta a necessidade de perfeição. Quando a ira quiser entrar em si, diga: “Sinto muito. Eu conheço apenas um alimento. O nome do meu alimento é paz. Eu não serei capaz de digeri-la. Se alguma vez a comer, serei destruído interior e exteriormente. Mas, eu não quero ser destruído; eu tenho muito ainda a fazer pela divindade em mim e pela humanidade à minha volta. “ Ó ira, bateu na porta errada.”

Porque conteve a sua ira,
As forças divinas tiveram a oportunidade
De agir em e através dele,
E, finalmente, de iluminá-lo.


Reflexão, poema de “10 de Junho”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.

12 de Maio – Sri Chinmoy, Reflexões

12 de Maio

O que quer que aconteça em Providência divina não é, apenas, para melhor mas, é também inevitável, pois não existe alternativa.

Sucesso e fracasso são duas experiências. Temos de unificar estas duas experiências e, qualquer que seja a experiência que obtivermos no final do nosso empreendimento, temos de a oferecer ao Supremo, com imensa alegria. Se pudermos colocar o resultado aos Pés do nosso Amado Supremo,
devotada, alegremente, sem reservas e incondicionalmente, certamente, teremos verdadeira paz de espírito. A paz de espírito virá e baterá à porta da nossa vida. Não teremos de esperar por ela; ela esperará por nós.

A perfeita felicidade é
O entusiasmo sem
A expectativa.


Reflexão “12 de Maio”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.

10 de Maio – Sri Chinmoy, Reflexões

10 de Maio

Os desejos são verdadeiramente satisfeitos, apenas, quando perfeitamente transcendidos.

A posse traz frustração e infrutífera é a renúncia. O que pode, então, dar-nos paz de espírito? Apenas, a aceitação da Vontade de Deus pode trazer-nos verdadeira paz de espírito. Teremos paz ao aceitar a vontade de Deus como a nossa própria, muito nossa. Apenas, assim, a nossa vida pode ser frutífera. Aos Olhos de Deus não há coisas tais como posse e renúncia. Aos Seus Olhos há, apenas, uma coisa: aceitação – aceitação da Vontade de Deus. No nosso coração, na nossa vida, há apenas uma oração suprema, a oração que o Cristo Salvador nos ensinou: “Seja feita a Vossa Vontade.” Milhões de orações foram escritas desde tempos imemoriais, mas nenhuma pode igualar-se a esta: “Seja feita a Vossa Vontade.” Quando aceitamos a Vontade de Deus como nossa, a cada momento a paz derrama-se, abundantemente, na nossa vida de sabedoria, na nossa vida de aspiração e na nossa vida de dedicação.

Para domar os abundantes problemas da vida,
Saia do laço dos desejos abundantes
E tente fazer amizade com a vontade-perfeição
Do coração-satisfação da Infinidade.


Reflexão “9 de Maio”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.

9 de Maio – Sri Chinmoy, Reflexões

9 de Maio

Sem respirar energia-vida não seremos capazes de sobreviver. Da mesma forma, sem paz nós não vivemos e nem podemos viver como verdadeiros seres humanos.

Precisamos, desesperadamente, de paz – paz interior, paz exterior. Como é possível que não tenhamos paz, que é tão importante na nossa vida? Não temos paz devido à nossa sede por possuir. Desejamos possuir o mundo mas, quando aumentamos as nossas posses materiais percebemos que ainda somos verdadeiros pedintes. Não importa o que adquirimos na nossa vida, quando olhamos à nossa volta vemos que alguém tem aquela exata coisa, só que em maior quantidade e perdemos a nossa paz de espírito. Tornamo-nos vítimas da preocupação, ansiedade, tristeza e frustração, as quais são sempre seguidas pela destruição.

Ó buscador,
A alegria da sua vida-desejo
Não é nada senão a sua tristeza
Mascarada
.


Reflexão “9 de Maio”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.