Poema de 1 de Junho – Sri Chinmoy, Reflexões

1 de Junho

Auto-negação não resolve problema algum. Auto-asserção não resolve problema algum. É a manifestação de Deus, através da auto-existência, que resolverá todos os problemas do presente e do futuro.

Se o medo é o nosso problema, sintamos que somos os soldados escolhidos de Deus, o Todo-Poderoso. Se a dúvida é o nosso problema, sintamos que temos, profundamente, dentro de nós o mar da Luz de Deus. Se a inveja é o nosso problema, devemos sentir que somos a unicidade da Luz e Verdade de Deus. Se a insegurança é o nosso problema, devemos sentir que Deus não é, e nem pode ser, nada senão a Sua constante garantia, de que Ele nos clamará como verdadeiramente Seus. Se o corpo é o problema, a nossa constante prontidão e atenção podem resolver esse problema. Se o vital é o problema, a nossa imaginação que sobe aos céus pode resolver esse problema. Se a mente é o problema, a nossa aspiração de perfeição pode resolver esse problema. Se a vida é o problema, a nossa auto-descoberta preenchedora pode resolver esse problema.

Apenas, uma mente Deus-centrada
Poderá desafiar todas as tempestades-dúvida
E todos os trens-inveja.


Reflexão, poema de “1 de Junho”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.

Poema de 18 de Maio – Sri Chinmoy, Reflexões

18 de Maio

Uma mente que duvida é uma ameaça insolente à querida tranquilidade do seu coração.

O melhor e mais efetivo modo de vencer a dúvida é tomar o lado positivo. Sinta que não é a dúvida mas, a certeza. Sinta que não é o medo, mas a coragem. Procure identificar-se, sempre, com a qualidade positiva. Ao mudar a sua postura interior em relação à sua própria vida interior, dirá que a dúvida não é a realidade, que o medo não é a realidade; dirá que, a verdadeira realidade é a fé e a coragem.

Não se permita
Ser pisado, constantemente,
Pelos pés da dúvida e do medo!


Reflexão, poema de “18 de Maio”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.

Poema de 17 de Maio – Sri Chinmoy, Reflexões

17 de Maio

Sem dúvida, o homem é, infinitamente, superior a um animal selvagem. Mas, ele bebe sempre de duas garrafas de veneno: uma garrafa é o ego e a outra é a dúvida. Até que se livre dessas duas garrafas, o homem não é senão um animal superior.

A dúvida é uma força não-divina. Eu chamo-lhe veneno lento. Ela é o nosso pior inimigo na vida espiritual. Hoje eu duvido de mim mesmo, amanhã duvido de Deus, depois de amanhã duvido do mundo inteiro. Se eu duvido de Deus, nada acontece; Deus continua tão perfeito quanto sempre foi. Se eu duvido de alguma pessoa, ela permanece a mesma. Mas, quando eu duvido de mim mesmo, estou arruinado. Não consigo avançar sequer um centímetro. Assim, o melhor é não duvidar de si mesmo, não duvidar dos outros e nem duvidar de Deus.

Por que permite à dúvida
Deteriorar a perfeição
Da sua mente?
Por que permite ao medo
Arruinar a perfeição
Do seu coração?
Por que permite à ansiedade
Estragar a perfeição
Da sua vida?


Reflexão, poema de “17 de Maio”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.

Poema de 16 de Maio – Sri Chinmoy, Reflexões

16 de Maio

Nunca ouviremos a canção da voz interior se, consciente ou inconscientemente, fizermos amizade com a ansiedade.

Quando somos atormentados por preocupações e ansiedades, temos de sentir que há um antídoto. O antídoto é sentir interiormente o Amor de Deus por nós. Preocupações e ansiedades ir-se-ão embora, apenas, quando nos identificarmos com algo que tenha paz, serenidade, divindade e o sentimento de unicidade absoluta. Se nos identificarmos com o Piloto Interior, obteremos a força de Sua Luz iluminadora. As preocupações surgem porque nos identificamos com o medo. Preocupando-nos todo o tempo ou tendo pensamentos não-divinos, não seguiremos em direção à nossa meta. Entraremos na divindade, somente, quando tivermos pensamentos positivos: “Eu sou de Deus. Eu sou para Deus.” Pensando dessa forma, não poderá haver nenhuma preocupação ou ansiedade.

Devore as suas ansiedades!
A Felicidade de Deus e a sua felicidade
Voarão juntas num céu-unicidade.


Reflexão, poema de “16 de Maio”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.