Poema de 20 de Junho – Sri Chinmoy, Reflexões

20 de Junho

O único modo efetivo de se amar a humanidade é primeiro amar a Deus incansavelmente.

O final de todo o ensinamento interior é o amor; amor divino, não amor humano. O amor humano prende; o resultado é frustração. E, no final da frustração, surge a destruição. Mas, o amor divino é expansão, crescimento, o sentimento de verdadeira unicidade. Assim, se amamos alguém, devemos saber que o amamos, precisamente, porque no seu interior está Deus. Não é por alguém ser meu pai, minha mãe, irmão ou irmã que eu o amo. Não. Eu amo-o, apenas, porque dentro dele sinto e vejo a presença viva de meu querido Bem-Amado.

Porque temo a Deus,
Não devo temer nenhum homem.
Porque amo a Deus,
Devo amar todos os seres humanos.


Reflexão, poema de “20 de Junho”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.

Poema de 11 de Junho – Sri Chinmoy, Reflexões

11 de Junho

Pode repremir algo por algum tempo mas, não o poderá evitar para sempre. Dessa forma, a repressão de qualquer coisa não é e nem pode ser a resposta. O que é imperativo é a iluminação.

No nosso dia-a-dia, não temos de reprimir a emoção; não temos de reprimir nada. A repressão é algo muito ruim. Se hoje reprimimos algo, amanhã estaremos sujeitos à sua revolta. A repressão não é a resposta. O que devemos fazer é iluminar a nossa emoção. Enquanto a iluminamos, sentiremos alegria verdadeira. Reprimindo, o que realmente alcançamos? Nada. Apenas, nos forçaremos além de nossa capacidade e de nosso esforço sincero. Assim, como temos um desejo de gozar uma vida de prazeres, também possuímos um desejo de reprimir a vida. A vida de prazeres e a vida de repressão são, igualmente, ruins. Ambas são seguidas de frustração e esta acaba em destruição.

A vida deu-lhe
Aquilo que, inconscientemente, desejou:
Frustração.
Pode, conscientemente, obter da vida
Aquilo de que necessita:
Iluminação.


Reflexão, poema de “11 de Junho”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.

Poema de 30 de Maio – Sri Chinmoy, Reflexões

30 de Maio

Uma vida de pureza é uma vida de auto-suficiência, pois está firmemente enraizada no amor divino.

O amor é a fonte da humanidade, o amor é a fonte da divindade. Amor humano por fim acaba em frustração. Por quê? Porque o amor humano segue da nossa limitada consciência-corpo para uma outra limitada consciência-corpo. Amor divino é todo iluminação. No início da jornada, no meio e ao final da jornada ele é todo iluminação. O amor divino desce da alma-liberdade para a consciência-corpo. O amor divino é o sol da liberdade tanto no Céu quanto na Terra.

A fragrância de um coração puro
Intensifica, sempre,
O deleite-satisfação da sua vida.


Reflexão, poema de “30 de Maio”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.