Poema de 15 de Junho – Sri Chinmoy, Reflexões

15 de Junho

Eu amo o pequenino ninho-humildade do meu coração, infinitamente mais do que o imenso palácio-arrogância da minha mente.

A minha humildade não significa que eu queira que o mundo me ignore. Isso não é humildade. A minha humildade diz que eu nunca deveria esconder a minha ignorância e nem fazer alarde sobre o meu conhecimento. Sentir-se, extremamente, desgostoso e reclamar do que acontece consigo não é sinal de humildade. Os verdadeiros sinais da humildade são a constante aspiração e o clamor interior por mais paz, luz e
felicidade.

Quando Deus desce
Para tocar o finito,
Chamamos a isso Compaixão.
Quando o homem se curva
Em auto-oferecimento à humanidade,
Chamamos a isso humildade.


Reflexão, poema de “15 de Junho”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.

Poema de 15 de Maio – Sri Chinmoy, Reflexões

15 de Maio

Devemos perceber que há, apenas, um modo de se obter infinitas possibilidades futuras. Esse modo reside no grande poder: a humildade.

Sentindo-nos indignos não seremos capazes de atrair a Compaixão de Deus. Seria absurdo. Nem mesmo uma gota mais, da Compaixão de Deus, se derramará sobre a Terra se sentirmos que somos indignos. Porém, sendo humildes, se aspirarmos e ao sentirmos que a pequena capacidade que temos vem de Deus, então, poderemos realizar-nos e Deus ficará agradado. Portanto, nunca se sinta indigno. Sinta, apenas, a necessidade de humildade verdadeira na sua vida, para que Deus possa agir em e através de si, no seu próprio nível.

A minha vida-humildade
É a minha unicidade consciente
Com a Universalidade iluminadora e realizadora
Do meu Amado Supremo.


Reflexão, poema de “15 de Maio”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.

1 de Maio – Sri Chinmoy, Reflexões

1 de Maio

A Compaixão de Deus está em toda a sua experiência, quer creia ou não.

Quando sinto que Deus, na Sua Bondade infinita, me perdoou, consigo pensar num outro aspeto de Deus, na Compaixão de Deus. Ele perdoou-me, e agora eu preciso da Sua Compaixão. Eu preciso da Sua Compaixão porque sou fraco, ignorante e um fracasso em todos os aspetos. Eu desejo ardentemente fazer algo, alcançar algo, tornar-me algo mas, não tenho a capacidade para fazer o que quero ou tornar-me naquilo que desejo. Portanto, preciso desesperadamente da Compaixão de Deus. Sem a Compaixão de Deus, eu não serei capaz de realizar qualquer coisa e nem tornar-me algo.


Não dependa da
Apreciação terrena.
Dependa apenas do
Sorriso-Compaixão de Deus.


Reflexão “1 de Maio”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.