Poema de 28 de Junho – Sri Chinmoy, Reflexões

28 de Junho

Quando um buscador sincero ora e medita, irradia beleza. Essa beleza vem, diretamente, da sua existência interior, a sua alma.

Quando oramos, oferecemos a beleza da intensidade do nosso coração ao Supremo. Quando meditamos, oferecemos a beleza do nosso silêncio interior ao Supremo. Quando amamos o mundo exterior, sabendo que ele é a manifestação e a expressão do Supremo, então, oferecemos a beleza da nossa unicidade universal ao Supremo.

O altar-entrega do seu coração
É a beleza sem igual
Que ascende a tocar
O âmago do Céu.


Reflexão, poema de “28 de Junho”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.