Poema de 20 de Junho – Sri Chinmoy, Reflexões

20 de Junho

O único modo efetivo de se amar a humanidade é primeiro amar a Deus incansavelmente.

O final de todo o ensinamento interior é o amor; amor divino, não amor humano. O amor humano prende; o resultado é frustração. E, no final da frustração, surge a destruição. Mas, o amor divino é expansão, crescimento, o sentimento de verdadeira unicidade. Assim, se amamos alguém, devemos saber que o amamos, precisamente, porque no seu interior está Deus. Não é por alguém ser meu pai, minha mãe, irmão ou irmã que eu o amo. Não. Eu amo-o, apenas, porque dentro dele sinto e vejo a presença viva de meu querido Bem-Amado.

Porque temo a Deus,
Não devo temer nenhum homem.
Porque amo a Deus,
Devo amar todos os seres humanos.


Reflexão, poema de “20 de Junho”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.

Poema de 30 de Maio – Sri Chinmoy, Reflexões

30 de Maio

Uma vida de pureza é uma vida de auto-suficiência, pois está firmemente enraizada no amor divino.

O amor é a fonte da humanidade, o amor é a fonte da divindade. Amor humano por fim acaba em frustração. Por quê? Porque o amor humano segue da nossa limitada consciência-corpo para uma outra limitada consciência-corpo. Amor divino é todo iluminação. No início da jornada, no meio e ao final da jornada ele é todo iluminação. O amor divino desce da alma-liberdade para a consciência-corpo. O amor divino é o sol da liberdade tanto no Céu quanto na Terra.

A fragrância de um coração puro
Intensifica, sempre,
O deleite-satisfação da sua vida.


Reflexão, poema de “30 de Maio”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.