De Quem é o belo Olho -Sri Chinmoy, Poemas

De Quem é o belo Olho, a todo momento

Enviando-me arrepios de deleite?

Foi Você quem me deu

O infinito Amor da Sua Luz interior?

Eu não sei quem eu sou.

Você e eu secretamente nos encontramos

E compartilhamos as visões e a missão,

As ideias e ideais divinos dos nossos corações.

Ninguém mais sabe

Salvo e exceto nós dois.

-Sri Chinmoy.

“Um por todos, e todos por um.” – Alexandre Dumas

Alexandre Dumas disse:

“Um por todos, e todos por um.”

 

O amante em mim sussurra:

“Todos por um

No mundo da altitude-devoção,

No mundo do mar-entrega.

Um por todos

No mundo da luz-Amor,

No mundo do céu-Perfeição.”

 

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Pérolas de Sabedoria do Ocidente e comentários devotados de Sri Chinmoy, extraídos do livro Pensadores-Filósofos do Ocidente, editora Agbook

Meus poemas favoritos – escritos por Sri Chinmoy

 

A Sempre-Nova Visão

e

A Sempre-Ancestral Realidade

*

 

Poemas de Sri Chinmoy

Título original: “The Ever-New Vision and the Ever-Ancient Reality”

Traduzidos ao português pelo Centro Sri Chinmoy Brasil

3/set/2013

 

 

 

*

 

 

Uma seqüência interminável de céus

Onde não há ar.

Um anseio interior me compele a trazer

Uma guirlanda de poemas

Para adorá-Lo.

O altar está vazio.

Quero preenchê-lo;

Quero cobri-lo de poemas,

Com uma guirlanda de poemas.

Sei que é apenas assim

Que posso esquecer dos sofrimentos e alegrias

Que devem ser esquecidos.

 

*

 

Meu Amado, eu amo Você.

Eu Lhe trouxe

Algumas belas flores

Que colhi hoje pela manhã.

Eu desejo adorá-Lo com estas flores.

Ah, Você sorri porque sabe

Que estas flores, na verdade, pertencem a Você.

Estou decorando-O com Seus próprios presentes.

 

*

 

As nuvens velejam em direção a um mundo desconhecido,

Enfeitadas com beleza miríade.

Um rosto sorridente as acompanha.

As nuvens velejam em direção a uma terra desconhecida.

Ó céu, conte-me para onde as nuvens viajam.

Pergunto com olhos cheios de lágrimas.

Ó céu, você fará minha vida tão luminosa

E bela quanto as nuvens?

Ó céu, conte-me para onde as nuvens velejam.

 

*

 

Pelo toque de quem o lírio sorri

E abre seu botão-beleza?

A luz-de-lua da beleza de quem

Eu vejo no lírio?

Quem é o Olho de meu olho?

Quem é o Coração do meu coração?

Ora, por que eu não O vejo,

Sua Face de Beleza Transcendental,

Mesmo em meus sonhos?

 

(Dia da Juventude) Sua juventude permanece

.

Sua juventude permanece,

Apesar

De ele ter noventa anos de idade.

.

Sua juventude permanece

Porque

Ele ama a quintessência da vida:

Luz-unicidade.

.

Sua juventude permanece,

Porque

Deus sempre tem muito trabalho

Para fazer nele,

Através dele, na Terra.

.

– Sri Chinmoy

.

HIS YOUTH REMAINS

His youth remains,
Although
He is ninety years old.

His youth remains,
Because
He loves the quintessence of life:
Oneness-light.

His youth remains,
Because
God has always much work
To accomplish in him,
Through him, on earth.

Sri Chinmoy, The Wings Of Light, Part 14, Agni Press, 1974.

Novo poeta: John Keats

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John Keats (1795-1821) estudou em Enfield e, tendo ficado órfão, em 1810 tornou-se aprendiz de cirurgião em Edmonton. Em 1815 ele foi para Londres e trabalhou em diversos hospitais. Todavia, não tinha muito apreço por sua profissão. Ao invés, passou a mergulhar em literatura, encontrando-se com poetas de gostos similares como Shelley, William Wordsworth e outros.  Amigos de Keats o descreveram como “ávido, entusiasmado, sensitivo, mas cheio de humor, razoável, livre de vaidade, afetuoso, um bom irmão e amigo, de índole doce, prestativo. (trecho traduzido de http://www.poetseers.org/the_romantics/john_keats/)

Trechos de sua poesia em inglês original:

“A thing of beauty is a joy forever
 Its loveliness increases; it will never
Pass into nothingness; ”  

“In spite of all,
Some shape of beauty moves away the pall
From our dark spirits. “

– Keats