Poema de 20 de Maio – Sri Chinmoy, Reflexões

20 de Maio

A fé foi escolhida por Deus, mesmo, para ser a dirigente da campanha pela Vitória de Deus.

Ter fé em Deus e ter fé em si é a resposta perfeita para todas as questões. Mas, a nossa fé tem de ser algo interior e profundo. Ela não é a mera autoconfiança vinda do vital exterior. A fé é o rio que está fluindo para o mar da realidade sempre-crescente e sempre-iluminadora.

Por desafiar a dúvida,
A sua mente está a voar
No céu de Satisfação-Deleite
De Deus.


Reflexão, poema de “20 de Maio”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.

Poema de 19 de Maio – Sri Chinmoy, Reflexões

19 de Maio

A nossa Meta está no nosso interior. Para alcançá-la temos de tomar a vida espiritual.

Na vida espiritual, a maior necessidade é a consciência ou a perceção. Sem ela, tudo é um deserto árido. Quando entramos num lugar escuro, levamos uma lanterna ou alguma outra fonte de luz, de modo a saber onde estamos indo. Se desejamos conhecer a nossa vida não-iluminada, temos de procurar a ajuda da consciência. Sabemos que o sol ilumina o mundo. Mas, como nos veio tal percepção? Ficamos cientes através da nossa consciência, que é auto-reveladora. O funcionamento do sol não é auto-revelador. É a nossa consciência do sol, que nos faz sentir que ele ilumina o mundo. É a nossa consciência que em tudo se revela. E essa consciência é um infinito mar de deleite.

Seja corajoso
No que diz respeito ao seu coração.
Seja sincero
No que diz respeito à sua mente.
Verá como é fácil
Viver a sua vida
Numa consciência, supremamente, melhor.


Reflexão, poema de “19 de Maio”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.

Poema de 18 de Maio – Sri Chinmoy, Reflexões

18 de Maio

Uma mente que duvida é uma ameaça insolente à querida tranquilidade do seu coração.

O melhor e mais efetivo modo de vencer a dúvida é tomar o lado positivo. Sinta que não é a dúvida mas, a certeza. Sinta que não é o medo, mas a coragem. Procure identificar-se, sempre, com a qualidade positiva. Ao mudar a sua postura interior em relação à sua própria vida interior, dirá que a dúvida não é a realidade, que o medo não é a realidade; dirá que, a verdadeira realidade é a fé e a coragem.

Não se permita
Ser pisado, constantemente,
Pelos pés da dúvida e do medo!


Reflexão, poema de “18 de Maio”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.

Poema de 17 de Maio – Sri Chinmoy, Reflexões

17 de Maio

Sem dúvida, o homem é, infinitamente, superior a um animal selvagem. Mas, ele bebe sempre de duas garrafas de veneno: uma garrafa é o ego e a outra é a dúvida. Até que se livre dessas duas garrafas, o homem não é senão um animal superior.

A dúvida é uma força não-divina. Eu chamo-lhe veneno lento. Ela é o nosso pior inimigo na vida espiritual. Hoje eu duvido de mim mesmo, amanhã duvido de Deus, depois de amanhã duvido do mundo inteiro. Se eu duvido de Deus, nada acontece; Deus continua tão perfeito quanto sempre foi. Se eu duvido de alguma pessoa, ela permanece a mesma. Mas, quando eu duvido de mim mesmo, estou arruinado. Não consigo avançar sequer um centímetro. Assim, o melhor é não duvidar de si mesmo, não duvidar dos outros e nem duvidar de Deus.

Por que permite à dúvida
Deteriorar a perfeição
Da sua mente?
Por que permite ao medo
Arruinar a perfeição
Do seu coração?
Por que permite à ansiedade
Estragar a perfeição
Da sua vida?


Reflexão, poema de “17 de Maio”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.

Poema de 16 de Maio – Sri Chinmoy, Reflexões

16 de Maio

Nunca ouviremos a canção da voz interior se, consciente ou inconscientemente, fizermos amizade com a ansiedade.

Quando somos atormentados por preocupações e ansiedades, temos de sentir que há um antídoto. O antídoto é sentir interiormente o Amor de Deus por nós. Preocupações e ansiedades ir-se-ão embora, apenas, quando nos identificarmos com algo que tenha paz, serenidade, divindade e o sentimento de unicidade absoluta. Se nos identificarmos com o Piloto Interior, obteremos a força de Sua Luz iluminadora. As preocupações surgem porque nos identificamos com o medo. Preocupando-nos todo o tempo ou tendo pensamentos não-divinos, não seguiremos em direção à nossa meta. Entraremos na divindade, somente, quando tivermos pensamentos positivos: “Eu sou de Deus. Eu sou para Deus.” Pensando dessa forma, não poderá haver nenhuma preocupação ou ansiedade.

Devore as suas ansiedades!
A Felicidade de Deus e a sua felicidade
Voarão juntas num céu-unicidade.


Reflexão, poema de “16 de Maio”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.

Poema de 15 de Maio – Sri Chinmoy, Reflexões

15 de Maio

Devemos perceber que há, apenas, um modo de se obter infinitas possibilidades futuras. Esse modo reside no grande poder: a humildade.

Sentindo-nos indignos não seremos capazes de atrair a Compaixão de Deus. Seria absurdo. Nem mesmo uma gota mais, da Compaixão de Deus, se derramará sobre a Terra se sentirmos que somos indignos. Porém, sendo humildes, se aspirarmos e ao sentirmos que a pequena capacidade que temos vem de Deus, então, poderemos realizar-nos e Deus ficará agradado. Portanto, nunca se sinta indigno. Sinta, apenas, a necessidade de humildade verdadeira na sua vida, para que Deus possa agir em e através de si, no seu próprio nível.

A minha vida-humildade
É a minha unicidade consciente
Com a Universalidade iluminadora e realizadora
Do meu Amado Supremo.


Reflexão, poema de “15 de Maio”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.

Poema de 14 de Maio – Sri Chinmoy, Reflexões

14 de Maio

Humildade não é uma virtude intencional, autoimposta. É um estado interior de consciência que sente alegria pura na sua expressão.

Existe uma grande diferença entre humildade e indignidade. Quando estamos a ponto de fazer algo, certas incapacidades, com as quais nascemos, podem fazer-nos sentir indignos. A indignidade pode vir também como resultado de algo não-divino que fizemos. Mas, qualquer que seja a razão, aquele que se sente indigno de alguma coisa permanecerá distante do mundo de deleite. Esse é um modo negativo de abordar a verdade. Mas, se tomarmos a abordagem positiva, sentiremos sempre que viemos de Deus. Devemos estar conscientes de Deus dentro de nós, não através do sentimento da indignidade mas, através da humildade. Se eu sou indigno da
minha Fonte, então, por que é que Ela me criou?

A partir de agora
Tente ver-se a si mesmo,
Do modo como Deus sempre
O viu:
Como o realizador da Sua Visão universal.


Reflexão, poema de “14 de Maio”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.

13 de Maio – Sri Chinmoy, Reflexões

13 de Maio

O nosso vital ama ser amado. O nosso coração ama de modo que, também, possa ser amado. A nossa alma, apenas, ama devotada e eternamente.

Pode ser mais recetivo ao amor divino se puder sentir todos os dias, que a sua Fonte é toda Amor e que está na Terra para oferecer, constantemente, em pensamentos e em ações, o amor que já tem. Em cada momento tem vários pensamentos e, portanto, pode oferecer amor através de cada um de seus pensamentos. Sempre que fizer algo, pode sentir que as suas ações não são nada mais do que uma expressão do amor. Enquanto pensa e age, se puder sentir que está oferecendo amor à humanidade e ao resto do mundo, poderá ser mais receptivo ao amor universal. Assim, pode sentir que o divino Amor de Deus é todo seu.

É Deus, o Amante dentro de si,
Quem oferece alegria e amor ao mundo.
É Deus o Bem-amado,
Que tudo recebe
No coração-mundo.


Reflexão “13 de Maio”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.

12 de Maio – Sri Chinmoy, Reflexões

12 de Maio

O que quer que aconteça em Providência divina não é, apenas, para melhor mas, é também inevitável, pois não existe alternativa.

Sucesso e fracasso são duas experiências. Temos de unificar estas duas experiências e, qualquer que seja a experiência que obtivermos no final do nosso empreendimento, temos de a oferecer ao Supremo, com imensa alegria. Se pudermos colocar o resultado aos Pés do nosso Amado Supremo,
devotada, alegremente, sem reservas e incondicionalmente, certamente, teremos verdadeira paz de espírito. A paz de espírito virá e baterá à porta da nossa vida. Não teremos de esperar por ela; ela esperará por nós.

A perfeita felicidade é
O entusiasmo sem
A expectativa.


Reflexão “12 de Maio”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.

11 de Maio – Sri Chinmoy, Reflexões

11 de Maio

Ore para dizer a Deus o que tem feito. Medite para que Deus, efetivamente, possa dizer-lhe o que deve fazer.

Como podemos saber se algo é a Vontade de Deus? Quando algo é a Vontade de Deus, sentiremos uma espécie de alegria interior ou satisfação mesmo antes de começarmos a agir. Durante a ação também sentiremos alegria. Finalmente, sentimos que seremos, igualmente felizes, seja a nossa ação frutífera ou infrutífera. Na vida normal, ficamos felizes apenas quando bem-sucedidos. Apenas, quando vemos a vitória no final da nossa jornada é que ficamos felizes e encantados. Mas, se tivermos a mesma espécie de felicidade, alegria e satisfação, quer sejamos bem sucedidos ou falhemos e se pudermos, alegremente, oferecer o resultado das nossas ações aos Pés de Nosso Bem-Amado Supremo, então, saberemos que o que foi feito, foi a Vontade de Deus. Senão, quando há sucesso, sentiremos que, o que fizemos, foi a Vontade de Deus e que, quando falhamos, o que realizamos foi a vontade de uma força hostil. Ou então, quando somos bem sucedidos dizemos que foi por causa de nosso esforço pessoal, da nossa vontade e quando falhamos, foi porque Deus não se importa connosco.

Apenas, ao agradar a Deus à maneira própria de Deus
Nos sentiremos confortados.
De outra forma, tudo será uma provação.


Reflexão “11 de Maio”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.

10 de Maio – Sri Chinmoy, Reflexões

10 de Maio

Os desejos são verdadeiramente satisfeitos, apenas, quando perfeitamente transcendidos.

A posse traz frustração e infrutífera é a renúncia. O que pode, então, dar-nos paz de espírito? Apenas, a aceitação da Vontade de Deus pode trazer-nos verdadeira paz de espírito. Teremos paz ao aceitar a vontade de Deus como a nossa própria, muito nossa. Apenas, assim, a nossa vida pode ser frutífera. Aos Olhos de Deus não há coisas tais como posse e renúncia. Aos Seus Olhos há, apenas, uma coisa: aceitação – aceitação da Vontade de Deus. No nosso coração, na nossa vida, há apenas uma oração suprema, a oração que o Cristo Salvador nos ensinou: “Seja feita a Vossa Vontade.” Milhões de orações foram escritas desde tempos imemoriais, mas nenhuma pode igualar-se a esta: “Seja feita a Vossa Vontade.” Quando aceitamos a Vontade de Deus como nossa, a cada momento a paz derrama-se, abundantemente, na nossa vida de sabedoria, na nossa vida de aspiração e na nossa vida de dedicação.

Para domar os abundantes problemas da vida,
Saia do laço dos desejos abundantes
E tente fazer amizade com a vontade-perfeição
Do coração-satisfação da Infinidade.


Reflexão “9 de Maio”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.

9 de Maio – Sri Chinmoy, Reflexões

9 de Maio

Sem respirar energia-vida não seremos capazes de sobreviver. Da mesma forma, sem paz nós não vivemos e nem podemos viver como verdadeiros seres humanos.

Precisamos, desesperadamente, de paz – paz interior, paz exterior. Como é possível que não tenhamos paz, que é tão importante na nossa vida? Não temos paz devido à nossa sede por possuir. Desejamos possuir o mundo mas, quando aumentamos as nossas posses materiais percebemos que ainda somos verdadeiros pedintes. Não importa o que adquirimos na nossa vida, quando olhamos à nossa volta vemos que alguém tem aquela exata coisa, só que em maior quantidade e perdemos a nossa paz de espírito. Tornamo-nos vítimas da preocupação, ansiedade, tristeza e frustração, as quais são sempre seguidas pela destruição.

Ó buscador,
A alegria da sua vida-desejo
Não é nada senão a sua tristeza
Mascarada
.


Reflexão “9 de Maio”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.

8 de Maio – Sri Chinmoy, Reflexões

8 de Maio

Uma vida de indulgência terá, certamente, tristes efeitos colaterais.

Como pode aumentar a sua disciplina? A maneira mais fácil é desenvolver uma sede verdadeira, um clamor interior pelos frutos da disciplina. Pode fazer isso vendo o que acontece quando tem uma vida disciplinada e vendo o que acontece quando não tem essa vida disciplinada. Você mesmo deve ser o juiz. Ao levantar-se às cinco ou seis horas e meditar por quinze minutos ou meia hora, sente-se extremamente bem, sente que o mundo inteiro é belo. Ama a todos e todos o amam. A criação de Deus é toda amor por si e você é todo amor pela criação de Deus. Por se ter levantado e meditado, fica inundado com bons pensamentos.

Ame a sua meta!
Automaticamente
Fará progresso.


Reflexão “8 de Maio”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.

7 de Maio – Sri Chinmoy, Reflexões

7 de Maio

A sua vida interior está a desabar. Deverá começar tudo novamente. Saiba que, essa não é uma experiência incomum na vida humana.

Encaremos a disciplina como um músculo. Não se consegue desenvolver os mais poderosos músculos, da noite para o dia. Deve procurar desenvolvê-los lenta e continua-mente. Primeiro, deve saber por quantos minutos consegue meditar. Se pode meditar por cinco minutos, isso significa que nesses cinco minutos se disciplinará. Cedo pela manhã, quando os seus amigos e entes queridos ainda estão no mundo do sono, ao levantar-se para orar e meditar por cinco minutos, estará a disciplinar-se.

Deve amar
A sua vida-disciplina diária.
Apenas, então, Deus lhe concederá
A chave para a Porta-Plenitude do Seu Coração.


Reflexão “7 de Maio”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.

6 de Maio – Sri Chinmoy, Reflexões

6 de Maio

Obedecer à Vontade de Deus é escapar de uma prisão auto-criada.

Quando o único clamor do meu coração é agradar a Deus à maneira própria Dele, então Deus pode manifestar-Se em e através de mim. Quando o meu clamor interior me leva a Deus, eu digo Lhe: “Ó meu Bem-Amado Supremo, faça-me Seu perfeito instrumento.” Quando Deus vem a mim, Ele dá-me um amplo Sorriso – um vasto, sincero e iluminador Sorriso – e diz: “Minha criança, eu farei de si o Meu instrumento perfeito e, ao mesmo tempo, manifestar-me-ei, em e através de si.”

Com a coragem física
Sentimos orgulho
Em moldar o mundo
À nossa própria maneira.
Com a coragem do espírito
Oferecemos o mundo a Deus.
Colocamos o mundo, o nosso mundo,
Aos Pés de Deus,
De forma que Ele possa guiar e moldar
O mundo, o nosso mundo,
À Sua própria maneira.


Reflexão “6 de Maio”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.

5 de Maio – Sri Chinmoy, Reflexões

5 de Maio

Perfeição significa constante rejeição da sua vidadesejo. Perfeição significa aceitação constante do seu coração-aspiração.

Para ter unicidade consciente, constante e inseparável com Deus, tenho que fazer e tornar-me algo e esse algo é a perfeição. Como me torno perfeito? Torno-me perfeito quando choro interiormente, para receber as coisas que me elevarão e me iluminarão e para vencer as coisas que me atormentam e me perturbam. Quando choro para receber as coisas boas e vencer as más, Deus fica satisfeito comigo. É, apenas, agradando a Deus que eu posso tornar-me perfeito.

Todos os dias eu digo ao meu Bem-Amado Supremo
Que posso ser, absolutamente, perfeito.
Todos os dias o meu Bem-Amado Supremo me diz
Que eu sou a Sua criança escolhida.


Reflexão “5 de Maio”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.

4 de Maio – Sri Chinmoy, Reflexões

4 de Maio

Ver além de mim mesmo é encontrar e sentir a minha unicidade inseparável com meu Amado Supremo.

Depois do Amor de Deus, tenho que sentir algo muito significativo e profundo: a Unicidade de Deus. O Amor de Deus não basta. Eu posso amar algo ou alguém sem ter estabelecido ali a minha unicidade, unicidade inseparável com o objeto do amor. Portanto, após sentir o Amor de Deus, eu
tenho de desenvolver a minha consciente, constante e inseparável unicidade com Ele.

Consciência é a única coisa
De que a minha mente precisa.
Devoção é a única coisa
De que o meu coração necessita.
Unicidade – constante, incessante,
Inseparável unicidade com meu Senhor Supremo –
É a única coisa de que eu preciso.


Reflexão “4 de Maio”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.

3 de Maio – Sri Chinmoy, Reflexões

3 de Maio

Quer aceite ou rejeite, o Amor de Deus por si é permanente.

Depois que Deus me perdoou, concedeu-me a Sua Compaixão e banhou-me com as Suas Bençãos, tenho de sentir em cada momento o Amor de Deus. Devo sentir que, Aquele que me perdoou, mostrou-me a Sua Compaixão e abençoou-me realmente. Importa-se comigo. Serei constante e verdadeiramente feliz, apenas, se sentir que Deus, realmente, me ama. O Criador é todo amor para a Sua criação, mas a criação, frequentemente, não sente isso ou não o percebe. Sendo eu parte da criação de Deus, é meu dever sentir o Amor de Deus a cada momento. Apenas, tentarei tornar-me bom, divino e perfeito e agradá-Lo à Sua própria maneira.

A melhor atitude de um Deus-amante:
Deus cuidou de mim,
Deus cuida de mim
E Deus sempre cuidará de mim.


Reflexão “3 de Maio”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.

2 de Maio – Sri Chinmoy, Reflexões

2 de Maio

O auxílio humano é impotente. Portanto, procure por ajuda nas Alturas.

Depois de receber o Perdão e a Compaixão de Deus, eu preciso das benção de Deus. Preciso que Deus faça descer sobre mim as Suas infinitas Bençãos, para que eu seja bem sucedido no campo de batalha da vida. A vida é uma constante batalha e, se eu quiser ser bem sucedido, terei de depender inteiramente das Bençãos de Deus. Poderei ser bem sucedido na vida e prosseguir no caminho espiritual, apenas, se Deus abençoar a minha cabeça devotada e meu o coração entregue.


Com a Graça de Deus
Nós começamos.
Com o Encorajamento de Deus
Nós continuamos.


Reflexão “2 de Maio”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.

1 de Maio – Sri Chinmoy, Reflexões

1 de Maio

A Compaixão de Deus está em toda a sua experiência, quer creia ou não.

Quando sinto que Deus, na Sua Bondade infinita, me perdoou, consigo pensar num outro aspeto de Deus, na Compaixão de Deus. Ele perdoou-me, e agora eu preciso da Sua Compaixão. Eu preciso da Sua Compaixão porque sou fraco, ignorante e um fracasso em todos os aspetos. Eu desejo ardentemente fazer algo, alcançar algo, tornar-me algo mas, não tenho a capacidade para fazer o que quero ou tornar-me naquilo que desejo. Portanto, preciso desesperadamente da Compaixão de Deus. Sem a Compaixão de Deus, eu não serei capaz de realizar qualquer coisa e nem tornar-me algo.


Não dependa da
Apreciação terrena.
Dependa apenas do
Sorriso-Compaixão de Deus.


Reflexão “1 de Maio”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.

29 de Abril – Sri Chinmoy, Reflexões

29 de Abril

A ação pode ser executada sem se pedir a Sabedoria de Deus, mas, se Lhe pedirmos para nos guiar e depois agirmos, então, a responsabilidade será de Deus.

Para começar a minha jornada espiritual, eu preciso de Deus – o Perdão. Primeiro eu tenho de esvaziar-me da minha existência não divina. Todos os pensamentos e feitos não divinos que estão dentro de mim, tudo o que não é aspiração e inspiração dentro de mim, tudo isso tenho de descartar. E, para tanto, preciso do Perdão de Deus. Eu cometi erros do tamanho do Himalaia inúmeras vezes. Se Deus não me perdoar pelas coisas não-divinas que fiz ao longo dos anos, como poderei caminhar ao longo da senda espiritual, o caminho soliluminado? Somente, se Deus me perdoar poderei entrar de todo o coração na vida espiritual. Assim, para começar, eu preciso do Perdão de Deus.

Meu Senhor Amado Supremo,
Eu sou o meu deserto-desejo.
Não pode ser o Seu Rio-Perdão?


Reflexão “29 de Abril”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.

26 de Abril – Sri Chinmoy, Reflexões

26 de Abril

Serviço é auto-expansão. Um buscador sincero serve, precisamente, porque sabe que não há e nem pode haver, nada diferente de serviço. Quando serve a humanidade aspirante, é porque a sua necessidade interior o ordena a servir.

O serviço é, frequentemente, mal interpretado. Nós sentimos que, se pretendemos servir, teremos de servir a tudo e a todos. Todavia, na vida espiritual, sabemos que o serviço deve ser prestado, somente, àqueles que estão prontos para recebê-lo. Senão, o nosso serviço será mal interpretado. Se alguém está a dormir e tenta acordá-lo, porque vê que o sol já nasceu, ele pode ficar com raiva ou importunado, dizendo: “Que direito é que tem de perturbar o meu precioso sono?” Apenas, se o nosso serviço for prestado a alguém, que deseja ser acordado ou que está pronto para ser acordado, a alguém que deseja luz ou que precisa de luz, é que o nosso serviço poderá ser, corretamente, aproveitado.

Ame a Deus
Para agradar a si mesmo.
Sirva a Deus
Para agradar- Lhe.


Reflexão “26 de Abril”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.

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25 de Abril – Sri Chinmoy, Reflexões

25 de Abril

Aquele que aceitou a espiritualidade no sentido mais verdadeiro da palavra tem de, primeiramente, sentir que Deus é a única realidade. Então, verá que a criação de Deus nunca pode ser separada de Deus.

Um aspirante espiritual que chora por Deus que, constantemente, derrama lágrimas plenas de alma, tentando tornar-se um com Deus, sente que Deus está nos íntimos recessos do seu coração. Ele não tem de ir para as cavernas do Himalaia para realizar Deus. O seu Deus mora dentro dele. Ele sente que, porque Deus está dentro dele, a criação de Deus também está no seu interior. Uma pessoa espiritual sente, sempre, que toda a criação de Deus é o seu lar.

Meu coração sabe
Que a perfeita perfeição pode residir,
Somente, no consciente Deus-refletir
Da minha vida.


Reflexão “25 de Abril”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.

Lá vai o meu Amado -Sri Chinmoy, Poemas.

Lá vai o meu Amado, meu doce Senhor,

Com os sinos tilintando nos Seus Tornozelos.

Ouço a música da Sua Flauta

Vibrando pelos horizontes.

Se meu menino pastor lançasse um só olhar

Para trás, ainda assim, ele somente seguiria em frente.

Que os meus olhos sigam o caminho

Que o meu Amado trilha.

Na hora do crepúsculo,

Com um doce e sereno sorriso,

Conduzindo o rebanho de Luz variados,

Meu menino pastor segue adiante.

-Sri Chinmoy.

De Quem é o belo Olho -Sri Chinmoy, Poemas

De Quem é o belo Olho, a todo momento

Enviando-me arrepios de deleite?

Foi Você quem me deu

O infinito Amor da Sua Luz interior?

Eu não sei quem eu sou.

Você e eu secretamente nos encontramos

E compartilhamos as visões e a missão,

As ideias e ideais divinos dos nossos corações.

Ninguém mais sabe

Salvo e exceto nós dois.

-Sri Chinmoy.

Você é o meu querido -Sri Chinmoy, Poemas

Você é o meu querido.

Você é o querido de todos os outros, também.

Como é que não adoramos Seus Pés, beijamos Seus Pés,

Sabendo perfeitamente bem que podemos chamá-lo de nosso Senhor Supremo?

É um desleixo,

Mas nas profundezas dos nossos corações não O lavamos,

Mesmo sendo o nosso verdadeiro amigo.

Você conhece a peçonha da nossa mente

E, ainda assim, é o Mar-Perdão.

Quando a morte quer nos capturar,

Ficamos entre a morte e a nossa existência.

Isso quer dizer que somos ignorantes.

Não importa o que Você faça por nós,

Não lhe oferecemos o nosso coração-gratidão.

-Sri Chinmoy

Quero me curvar Àquele -Sri Chinmoy, Poemas.

Quero me curvar Àquele

Cujas Mãos amorosas e compassivas

Abençoam tudo e todos.

Quero que Ele me conte,

Quero aprender com Ele,

Por que e como Ele sofre

Em e através de todos os seres humanos,

Por que Ele sofre impiedosamente

Com uma dor interminável.

Há razão especial?

Quero que Ele me conte.

-Sri chinmoy

Na fragrância do incenso -Sri Chinmoy, Poemas

Na fragrância do incenso

De longa adoração

Tornarei-me silente.

Dentro do coração do finito

Enxergarei e levarei o infinito.

Buscarei Você e buscarei Você.

Dar-lhe-ei

Toda a alegria e tristeza do meu coração.

Ó Senhor, toque a Sua Flauta

No jardim do meu coração.

-Sri Chinmoy

Toco esta música para o meu Anfitrião. Tudo hoje é para o Anfitrião. -Rumi

Por sessenta anos estive esquecido,

a cada minuto, mas nem por um segundo

esse fluir na minha direção parou ou diminuiu.

Não mereço nada. Hoje reconheço

que sou o hóspede de quem os místicos falam.

Toco esta música para o meu Anfitrião.

Tudo hoje é para o Anfitrião.

-Rumi

Deus e a Sua filha – Sri Chinmoy

Minha sinceridade fala:

Deus, eu preciso de Você.

 

A sinceridade de Deus fala:

“Filha, Eu preciso de você

Mais do que você precisa de Mim.”

 

Pai, por quê?

Por que Você precisa de mim

Mais do que eu preciso de Você?

 

“Filha, Minha filha,

Preciso de você mais do que você precisa de Mim

Porque sei o que você realmente é:

Na Terra você é a Minha única esperança,

No Céu você é a Minha única promessa.”

-Sri Chinmoy

As canções de aceitação – Sri Chinmoy

As canções de aceitação

 

Pela aceitação-mundo

Escrevi meus livros

Com as lágrimas dos meus olhos-desejo.

 

Para a aceitação-Deus

Escrevo meus livros

Com as lágrimas do meu coração-aspiração.

 

Para a minha própria aceitação

Escreverei meus livros

Com as lágrimas da minha alma-perfeição.

-Sri Chinmoy

A luz-amor lhe diz: você é tão doce quanto o Coração de Deus. – Sri Chinmoy

Acredite nelas

 

A luz-amor

Lhe diz:

Você é tão doce

Quanto o Coração de Deus.

 

A luz-devoção

Lhe diz:

Você é tão puro

Quanto a Alma de Deus.

 

A luz-entrega

Lhe diz:

Você é tão indispensável

Quanto o próprio Deus.

 

Acredite nelas.

Elas são perfeitas estranhas

À falsidade descarada.

Eu repito.

Acredite nelas.

 

-Sri Chinmoy

Poemas de amor devocional de Jahan Khatun

Jjahan khatun poetisa sufiahan Malek Khatun (1326-1416?) foi uma poetisa persa, dervixe de tradição Sufi, filha do rei de uma das épocas mais turbulentas de Shiraz. Amiga de Hafiz, encarceirada por vinte anos, abdicou de seu status e vida real duas vezes e foi uma das mais prolíficas escritoras persas, cujo Divã é quatro vezes maior que o de Hafiz, contendo 2000 ghazals e centenas de rubai’is e kita’s, e um grandioso tarji-band.

Abaixo alguns poemas traduzidos do livro “Seven Great Female Sufi Poets”, de Paul Smith.

 


 

Ó Senhor, Você perdoa todos os culpados de pecar,

Decora o mundo com o Seu poder, é o que vejo…

Estou aqui, Ó Senhor, e choro diante de Você, Senhor,

Salve-me, salve o mundo da Sua Jahan… e salve a mim mesma!

 

 

A única opinião com a qual concordamos a é Sua opinião;

Não há rosto belo salvo o Seu, dentre eles Você é Aquele.

Não há asilo para mim exceto a Sua casa:

Por toda parte veem-se os Seus escravos… milhões deles!

 

 

Neste mundo, discernir amigo ou inimigo não é fácil:

Nada a se fazer, salvo adaptar-se e encarar levianamente… entende?

Neste mundo de desconfiança de estranhos, vejo que quando

Amigos olhavam para mim… eles não me conheciam!

É Impossível viver sem a Sua face como uma vela…

Como a mariposa indo para uma chama eu queimarei, de amor e deliberadamente!

A cada dia meus olhos choram para que Você venha:

Eles estão cheios de lágrimas: espero o Seu amor, tão pacientemente!

Como um rouxinol, choro diariamente pela Sua face:

É óbvio que Você nunca me dará atenção.

Onde posso encontrá-Lo? Ajude-me a descobrir isso,

Pois o Seu amor, como um fogo, incendeia o coração…. incessantemente!

É minha culpa? O que há de errado com este mundo, Jahan?

Por que, por que fui colocada dessa forma? Conte-me!

 

 

Na minha mente, estou sempre pensando em Você,

Porque não consigo vir vê-Lo, é verdade.

Continuo pensando naqueles olhos que são Seus

Pois esses maravilhosos olhos levam diretamente a Você!

Estou loucamente impaciente por ver o Seu belo rosto:

Como um bebê precisa de leite, eu preciso de você… preciso… preciso!

No jardim há muitos belos ciprestes:

Honestamente, Você é mais belo…. estou sendo honesta com Você.

É verdade que morrer por Você é sempre o meu desejo:

Mas, para Você, não é importante… não é verdade?

Quando vejo Você, acho que estou no paraíso:

Tudo ficará bem para mim quando finalmente estiver com Você.

De manhã cedo, uma brisa do Egito veio até mim:

Ansiosamente eu lhe perguntei se era a hora de um profeta.

Perdi minha juventude e beleza por causa desse amor:

Estou velha por causa deste mundo… e meu coração partido também.

Jahan, no mundo… enquanto continuar a viver,

Que você ainda estará apaixonada por Ele, essa é a verdade!

 

 

Amar a Sua bela face não é algo novo

Para mim:

Como um antigo amigo é estar no Seu amor, ardente,

Por mim.

Faz tanto tempo que estive ardendo no Seu amor, e não é nada de novo Você tanto ter amor

Por mim.

Cores e um rosto belo não é algo novo para as flores:

É um jardim velho quando se olha para o mundo,

Para mim.

Muitos são os problemas que se tem quando se está ficando apaixonado:

Por tanto tempo tentar evitar o amor…

Para mim.

Faz tanto, tanto tempo que tenho amado Você:

Sua bela face amar não é algo novo

Para mim.

Você não pede a Jahan que comece um amor que é novo:

É tempo demais para um coração continuar perdendo…

Para mim.

 

 

Alguém apaixonado por mim pegou minha mão ontem à noite,

Mas eu disse: “Esqueça-me, por favor, afaste-me da sua visão!”

E ele: “O que foi, é porque tomei a sua mão?”

Eu respondi: “Aquele a quem amo não está aqui nesta noite.”

Continuei: “Eu juro… enquanto viver, amarei Ele:

Se Ele destruir minha vida, direi que é um direito Dele!”

Então sussurrei: “Juro que nunca, nunca desistirei…

nunca desistirei… até que Ele seja gracioso comigo numa noite!”

Perguntaram-me: “Você realmente quer ser fiel a Ele?”

Eu disse: “Serei fiel, até que esteja sempre diante Dele!

Venha, cure o anseio do coração doente, pois por amá-Lo,

Se eu tentar fazer qualquer coisa, aquilo será um sofrimento terrível!

Por Você estou pronta a sacrificar a vida se me for pedido…

Você não demonstra bondade… exigindo o direito subitamente!

Certamente, o cipreste é uma árvore forte e uma árvore alta,

Mas não se esqueça das outras árvores mais altas que sua grande altura!

Uma coisa eu sei… estou apaixonada por Você:

Perdi o meu coração, Você o rouba de mim como se fosse Seu direito.

No tabuleiro de xadrez da vida o Seu rei me falhou,

E nunca um peão como eu superaria um cavalo.

Rouxinóis não podem empoleirar-se no Seu belo rosto como nas roseiras…

Mas neste mundo, Jahan, são muitos… os rouxinóis.

 

– Jahan

Poetisa Sufi

 

Poemas devocionais de Kabir

Kabir (ou Kabira) (hindi: कबीर, urdu: کبير‎) (1440—1518) foi um dos grandes poetas místicos ou santos-poetas da Índia medieval, tendo composto poemas que evidenciam a fusão entre o movimento de bhakti hindu e o sufismo muçulmano, movimentos religiosos que exercem profunda influência cultural em todo o mundo até os nossos dias.

Kabir nasceu numa família de brâmanes hindus e foi mais tarde adotado por muçulmanos, no norte da índia, perto de Varanasi. Ainda jovem tornou-se discípulo Ramananda, que no norte da India difundia a doutrina de bhakti como promulgada por Ramanuja no sul do sub-continente, no século XII.

Kabir foi contemporâneo de outros protagonistas famosos do movimento de bhakti da Índia medieval, tais como Mirabai, Caitanya, Tulsidas e Guru Nanak, o principal preceptor dos sikhs.

extraído da wikipedia

 

Kabir – Ecstatic Poems, versions by Robert Bly

traduzido por Patanga Cordeiro


 

Os botões vocalizam:

“O Jardineiro está vindo!

Hoje ele colhe as flores,

E amanhã, nós!”

 

*

 

Meu interior, ouça-me: o mais grandioso espírito,

O Professor, está próximo.

Desperte, desperte!

Corra a seus pés–

Ele está próximo da sua cabeceira agora mesmo.

Você dormiu por milhões e milhões de anos.

Por que não acordar nesta manhã?

 

*

 

Falo com o meu amante interior e digo: por que tanta pressa?

Achamos que há um tipo de espírito que ama os pássaros e animais e formigas –

Talvez o mesmo que lhe deu brilho enquanto estava no útero da sua mãe.

Seria lógico que hoje você perambulasse completamente órfão hoje?

A verdade é que você mesmo foi embora

E decidiu ir sozinho para o escuro.

Agora você está enroscado nos outros e esqueceu quem você um dia conheceu,

E é por isso que em tudo o que você faz há alguma falha estranha.

 

*

 

Ó amigo, eu o amo – pense bem!

Se você ama, então por que dorme?

Se você o encontrou,

Dê-se a ele, tome-o.

Por que você perde o rastro dele repetidas vezes?

Se você logo cairá num sono profundo de qualquer jeito,

Porque perder tempo arrumando a cama

E organizando os travesseiros?

Kabir lhe dirá a verdade: o amor é assim:

Digamos que tivesse de cortar a sua própria cabeça

E dá-la a outra pessoa,

Que diferença faria?

Que reste de mim apenas o pouco que me faça… – Rabindranath Tagore

Que reste de mim apenas o pouco que me faça chamar-Te meu todo.

Que reste da minha vontate apenas o pouco que me faça sentir-Te em todos os lados, e buscar a Ti em tudo, e oferecer a Ti o meu amor a todo momento.

Que reste de mim apenas o pouco que me faça nunca esconder-Lhe.

Que reste das minhas amarras apenas o pouco que me faça atado à Tua vontade, que o Teu propósito se cumpra na minha vida – tais são as amarras do Teu amor.

– Rabindranath Tagore

“Fico feliz por ele agradecer a Deus por qualquer coisa.” – Samuel Johnson

“Fico feliz por ele agradecer a Deus por qualquer coisa.”

– Samuel Johnson

 

Fico feliz porque preciso de Deus em tudo e para tudo.

 

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Pérolas de Sabedoria do Ocidente e comentários devotados de Sri Chinmoy, extraídos do livro Pensadores-Filósofos do Ocidente, editora Agbook