Poema de morte de Dag Hammarskjold?

Escrito aproximadamente um ano antes do seu assassinato no Congo Belga, a serviço da ONU, provavelmente profético.

 

A lua presa dentre os galhos,

Preso por seu voto,

Meu coração pesava.

 

Nuas contra a noite,

As árvores dormiam. “Mas, seja feita a

Vossa Vontade e não a minha…”

 

O fardo continuava meu:

Não se podia ouvir o meu chamado

E tudo era silêncio.

 

Logo, agora, as tochas, o beijo:

Logo a aurora cinzenta

Na Sala do Julgamento.

 

O que seu amor ajudará lá?

Lá, a única questão

É se eu os amo.

 

-Dag Hammarskjold

26/11/1960

Citações do livro Markings, diário pessoal do segundo Secretário-Geral da ONU, Dag Hammarskjold

Citações do livro Markings, diário pessoal do segundo Secretário-Geral da ONU, Dag Hammarskjold

 

“When you have reached the point where you no longer expect a response, you will at last be able to give in such a way that the other is able to receive, and be grateful. When Love has matured and, through a dissolution of the self into light, become a radiance, then shall the Lover be liberated from dependence upon the Beloved, and the Beloved also be made perfect by being liberated from the Lover.”

 

“To have humility is to experience reality, not in relation to ourselves, but in its sacred independence. It is to see, judge, and act from the point of rest in ourselves. Then, how much disappears, and all that remains falls into place.

In the point of rest at the center of our being, we encounter a world where all things are at rest in the same way. Then a tree becomes a mystery, a cloud a revelation, each man a cosmos of whose riches we can only catch glimpses. The life of simplicity is simple, but it opens to us a book in which we never get beyond the first syllable.”