Kit introdutório à Meditação – 4 livros, 2 cds, 1 dvd, 1 incenso, 1 apostila

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Livros
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Meditação: A perfeição-homem na Satisfação-Deus
As Asas da Alegria
O Ensinamento Silencioso
A Aventura da Vida

CD e DVD
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2 Cds com 500 minutos de música para meditação
Mantras para você aprender a cantar junto
DVD com vídeos de teoria e exercícios

Apostila com os mantras em partitura

Incenso Hem Chandan – Sândalo

O preço individual somaria 220 reais, mas comprando no kit fica apenas 170 reais.

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Poemas para aprender inglês com tradução 28

To my great joy, 

From today on, my life will go forward 

       With firm and assured steps 

To manifest God in His own Way. 

*

Para a minha grande alegria,

De hoje em diante minha vida seguirá em frente

      Com passos firmes e seguros

Para manifestar Deus da maneira própria Dele.

-Sri Chinmoy

Poemas para aprender inglês com tradução 26

When I ask my heart 

To show me the way 

      To God’s Palace, 

My poor heart is smitten 

      By uncertainty. 

*

Quando peço ao meu coração

Que me mostre o caminho

      Até o Palácio de Deus,

Meu pobre coração fica tomado

      De incerteza.

*

When I ask my soul 

To show me the way 

      To God’s Palace, 

My soul not only shows me the way, 

      But also takes me 

Right to the Palace gate. 

*

Quando peço à minha alma

Que me mostre o caminho

      Até o Palácio de Deus,

Ela não apenas me mostra o caminho,

      Mas também me leva

Até o portão do Palácio.

-Sri Chinmoy

Poemas para aprender inglês com tradução 23

It is extremely difficult 

     To believe 

That somebody can say 

That each and every breath of his 

Has been a “yes” to God’s Will.

*

É extremamente difícil

      De se acreditar

Que alguém possa dizer

Que todo e cada alento seu

Foi um “sim” à Vontade de Deus.

-Sri Chinmoy

Poemas para aprender inglês com tradução 12

The world 

Is being destroyed 

By possession-obsession-hunger. 

*

O mundo

Está sendo destruído

Pela sede-posse-obsessão.

*

The world can be illumined 

      And fulfilled 

By obsession-renunciation- 

      Hunger-fulfilment.

*

O mundo pode ser iluminado

      E verdadeiramente satisfeito

Pela obsessão-renúncia-

     Sede-satisfação.

-Sri Chinmoy

“Uma palavra pode mudar a vida inteira de uma pessoa.” -Sri Chinmoy

“Muito, muito antes de Ramana Maharshi ir para lá, Arunachala [N.d.T.: a montanha onde o Maharshi viveu e alcançou a iluminação] já era sagrada. Muitos sábios viveram lá por séculos e séculos antes da chegada de Ramana Maharshi. É por isso que esse nome o encantou. Tão logo ouviu o nome, ele sentiu algo em seu coração. Ele sentiu uma alegria indescritível, tal êxtase.

“… De forma parecida, quando alguém diz Dakshineshwar [N.d.T.: onde morou Sri Ramakrishna], sinto algo verdadeiro imediatamente. Não sinto a mesma coisa quando ouço outros nomes. Os outros lugares são todos grandiosos, importantes lugares, mas infelizmente eu não sinto a mesma coisa.

“Eu fui para o Ashram Sri Aurobindo quando tinha um ano e alguns meses de idade. A partir dos quatro anos de idade, se qualquer pessoa dissesse o nome “Sri Aurobindo”, pronto! Eu sentia tanta alegria, algo tão sagrado. Algo dentro de mim nadava no mar de deleite.

“Aconteceu quando vocês ouviram “Sri Chinmoy”? Quantos podem dizer algo assim? A minha filosofia é que deve-se pegar as fotos dos Mestres espirituais e olhar para este, para aquele. Sinta qual mais o atrai, qual deles possui uma atração magnética. E então vá.

“Uma palavra pode mudar a vida inteira de uma pessoa.”

-do livro Light Language, Vidagdha Bennett

Poemas 8/4/21

Licking open wounds
I travel without aim
For standing sounds
Even more empty

Until when the Time is
The Hand my head touches
And like from a dream I wake
Into All-Fulfilling Beauty


The Lord of my Thoughts
I have not
For unruly have they been
Ousting Reality for a Chimera
Leaving me alone with the void


A seed I am
In the locket of Time
Sound I sleep
Until Time Itself comes
Breaking my casket
Breaking my sleep
And pouring its contents
Onto the Richest Soil
Time makes me become
What I have always been


I am Flower
By Whose Touch
I Blossom

I Flourish
And with Gratitude
I Reveal

A parcimonious thing
One not often sees –
A jewel of Him


I am the soul
Forged before Time
I have lived Infinitudes
Since Its advent

I am Fire
What I touch
Is animated and elevated
And consumed in ephemeral dance.

I am the Lord
Mand into His Likeness
I am lost in a sea of mirrors
Seeking of the reflections their Generator

I am Love
A shard of His Compassion
I was made into the World
With absolutely nothing to lose.

Patanga Cordeiro, 8/4/2021

O Cordeiro / The Lamb -William Blake, poema

Sri Chinmoy segurando um cordeiro

O Cordeiro

Cordeirinho, quem te fez,

         Tu sabes quem te fez?

Deu-te vida e mandou viver

Pelo córrego e sobre os campos.

Deu-te roupagem de deleite,

Mais tenra roupa de branca lã.

Deu-te tenra a voz

Todos os vales a alegrar!

         Cordeirinho, quem te fez,

         Tu sabes quem te fez?

         Cordeirinho, a ti contarei,

         Cordeirinho, a ti contarei!

Ele tem o teu nome,

Pois se diz um Cordeiro também:

Ele é manso e humilde,

Ele fez de si uma criança:

Eu uma criança, e tu um cordeiro,

Ambos chamados pelo seu nome.

         Cordeirinho, Deus te abençoe.

         Cordeirinho, Deus te abençoe.

-William Blake (tradução)

Sri Chinmoy com uma ovelhinha

The Lamb

Little Lamb who made thee 
         Dost thou know who made thee 
Gave thee life & bid thee feed. 
By the stream & o’er the mead; 
Gave thee clothing of delight, 
Softest clothing wooly bright; 
Gave thee such a tender voice, 
Making all the vales rejoice! 
         Little Lamb who made thee 
         Dost thou know who made thee 

         Little Lamb I’ll tell thee, 
         Little Lamb I’ll tell thee!
He is called by thy name, 
For he calls himself a Lamb: 
He is meek & he is mild, 
He became a little child: 
I a child & thou a lamb, 
We are called by his name. 
         Little Lamb God bless thee. 
         Little Lamb God bless thee.

-William Blake

Aedh deseja os véus do Céu – W.B.Yeats, poema

Tivesse eu os véus bordados dos céus,

Entremeados de dourada e prateada luz,

Azuis e pálidos e negros véus

De noite e luz e da meia luz,

Espalharia esses véus sob os teus pés –

Mas, sendo pobre, tenho apenas sonhos;

Espalhei meus sonhos sob os teus pés;

Pisa suave, pois pisas nos meus sonhos.

-W.B. Yeats

Poema a Thomas Jefferson

monumento a Thomas Jefferson no Capitólio em Washington

“Estava entre eles, mas não era um deles.”

Longe das mansões dos homens e seu habitar

Encontro em meio à Natureza e suas obras um lar

Mais adequado ao meu espírito, quando estou a vagar

Ou pela margem silente ou floresta sombria,

Onde, sozinho, não estou sozinho;

Pois posso ler o estrelado domo

Acima, ou nas coisas ao redor como um tomo,

Sem ninguém a limitar meus pensamentos,

Ou invadir minhas meditações, que podemos encantar

Pela metade sua amargura – e sonhos, cujo sono

Não previa: mas ora! O tempo

Em que juventude e inteligência e riqueza e beleza guarda

Sua meia-noite revela, e devo erigir-me e sorrir

Como quem sorri porque não pode chorar.

D. Tenniel

Thomas Jefferson sobre o uso do tempo

“É quando se é jovem que o hábito de esforçar-se é formado.”

“Determine-se a nunca estar desocupado.”

“Quem nunca desperdiça tempo nunca terá de reclamar de falta de tempo.”

“É maravilhoso como tantas coisas podem ser feitas se estivermos constantemente fazendo.”

-Thomas Jefferson

O Tigre -William Blake, poema com tradução

arte de Sri Chinmoy

 

O Tigre

Tigre, tigre, incendiante
Na floresta da noite,
Que mão ou olho encararia
Tua feroz simetria?

Em que céu ou abismo tarde
O fogo do teu olho arde?
Que asas ousariam soprá-lo?
Que mão ousaria tocá-lo?

Que força, obra ou mão
Atiçaria o teu coração?
Que punho mais incrível
Forjou tua postura temível?

Que martelo, que corrente,
Que fornalha fez a tua mente?
Que bigorna, que punho a cerrar
Ousou teus terrores aprisionar?

Quando as estrelas em cadente espanto
Irromperam o vasto céu em pranto,
Será que Ele sorriu ao ver-te?
Ele que fez o Cordeiro também fez-te?

Tigre, tigre, incendiante
Na floresta da noite,
Que mão ou olho enquadraria
Tua feroz simetria?

(tradução Patanga Cordeiro)

 

Tyger

Tiger, tiger, burning bright,
In the forest of the night,
What immortal hand or eye
Could frame thy fearful symmetry?

In what distant deeps or skies
Burnt the fire of thine eyes?
On what wings dare he aspire?
What the hand dare seize the fire?

And what shoulder, and what art,
Could twist the sinews of thy heart?
When thy heart began to beat,
What dread hand forged thy dread feet?

What the hammer? What the chain?
In what furnace was thy brain?
What the anvil? What dread grasp
Dared its deadly terrors clasp?

When the stars threw down their spears
And watered heaven with their tears,
Did He smile his work to see?
Did He who made the lamb make thee?

Tiger, tiger, burning bright,
In the forest of the night,
What immortal hand or eye
Dare frame thy fearful symmetry?

-William Blake

 

O Tygre

Tygre, Tygre, viva chama
Que as florestas de noite inflama,
Que olho ou mão imortal podia
Traçar-te a horrível simetria?

Em que abismo ou céu longe ardeu
O fogo dos olhos teus?
Com que asas atreveu ao vôo?
Que mão ousou pegar o fogo?

Que arte & braço pôde então
Torcer-te as fibras do coração?
Quando ele já estava batendo,
Que mão & que pés horrendos?

Que cadeia? que martelo,
Que fornalha teve o teu cérebro?
Que bigorna? que tenaz
Pegou-te os horrores mortais?

Quando os astros alancearam
O céu e em pranto o banharam,
Sorriu ele ao ver seu feito?
Fez-te quem fez o Cordeiro?

Tygre, Tygre, viva chama
Que as florestas da noite inflama,
Que olho ou mão imortal ousaria
Traçar-te a horrível simetria?

Tradução: José Paulo Paes

 

O Tygre

Tygre! Tygre! Brilho, brasa
que a furna noturna abrasa,
que olho ou mão armaria
tua feroz symmetrya?

Em que céu se foi forjar
o fogo do teu olhar?
Em que asas veio a chamma?
Que mão colheu esta flamma?

Que força fez retorcer
em nervos todo o teu ser?
E o som do teu coração
de aço, que cor, que ação?

Teu cérebro, quem o malha?
Que martelo? Que fornalha
o moldou? Que mão, que garra
seu terror mortal amarra?

Quando as lanças das estrelas
cortaram os céus, ao vê-las,
quem as fez sorriu talvez?
Quem fez a ovelha te fez?

Tygre! Tygre! Brilho, brasa
que a furna noturna abrasa,
que olho ou mão armaria
tua feroz symmetrya?

Tradução: Augusto de Campos

 

O leão

Leão! Leão! Leão!
Rugindo como o trovão
Deu um pulo, e era uma vez
Um cabritinho montês.

Leão! Leão! Leão!
És o rei da criação

Tua goela é uma fornalha
Teu salto, uma labareda
Tua garra, uma navalha
Cortando a presa na queda.

Leão longe, leão perto
Nas areias do deserto.
Leão alto, sobranceiro
Junto do despenhadeiro.
Leão na caça diurna
Saindo a correr da furna.
Leão! Leão! Leão!
Foi Deus que te fez ou não?

O salto do tigre é rápido
Como o raio; mas não há
Tigre no mundo que escape
Do salto que o Leão dá.
Não conheço quem defronte
O feroz rinoceronte.
Pois bem, se ele vê o Leão
Foge como um furacão.

Leão se esgueirando, à espera
Da passagem de outra fera…
Vem o tigre; como um dardo
Cai-lhe em cima o leopardo
E enquanto brigam, tranquilo
O leão fica olhando aquilo.
Quando se cansam, o leão
Mata um com cada mão.

Leão! Leão! Leão!
És o rei da criação!

Vinícius de Moraes

(Inspirado em William Blake)