Poema de 24 de Junho – Sri Chinmoy, Reflexões

24 de Junho

Se sente que não é suficiente, apenas, manter a sua existência na Terra, que a sua existência deve ter algum significado, algum propósito, alguma realização, então, deve voltar-se para a vida interior, a vida espiritual.

Aqueles que aspiram irão além das circunstâncias e eventos mundanos e tentarão entregar-se à sua divindade interior. Essa não é a submissão de um escravo ao seu senhor, uma entrega desamparada. É a entrega das imperfeições, limitações, apego e ignorância ao próprio Eu mais elevado, o qual é inundado de paz, luz e felicidade. Nela não se perde a individualidade ou personalidade. Em vez disso, a individualidade e personalidade são ampliadas; expandem-se em Infinidade.

Ele provou a beleza
Da sua vida interior;
Portanto, está feliz.
Agora ele deve entregar
A fealdade da sua vida exterior
Ao seu Amado Supremo
Para que ambos, ele e o seu Senhor,
Possam ser felizes.


Reflexão, poema de “24 de Junho”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.

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