Poema de 4 de Junho – Sri Chinmoy, Reflexões

4 de Junho

A mente que duvida não é nada mais do que uma planta-insegurança.

Fé e dúvida. Elas são como os polos Norte e Sul. Infelizmente, um homem de fé é, frequentemente, mal entendido. Somos propensos a chamar um homem de fé de fanático mas, nisso cometemos um erro deplorável. Um fanático detesta a razão e ignora a mente racional, enquanto que um homem de fé, se ele é realmente um homem de fé, acolherá a razão e aceitará a mente que duvida. Assim, a sua fé ajudará a mente que duvida, a transcender-se, tornando-se infinita Vastidão, tornando-se algo eterno e imortal.

Seja sábio!
Mantenha os seus medos e dúvidas interiores,
Constantemente,
Sob seu perfeito controle.


Reflexão, poema de “4 de Junho”, retirada do livro de Sri Chinmoy: A Jornada-Alma da Minha Vida.

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