05 de abril: A Dúvida Cruel – meditação matinal diária

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A dúvida deve ser mais repudiada do que a morte. Por quê? Porque quando você duvida de si mesmo, ou de Deus, é o princípio do seu fim, que velozmente se aproxima.

 

O humano, em nós, sente que somos ou o mais baixo ou o altíssimo. Quando se identifica com o mais baixo, ele diz, “Eu sou inútil, eu não sou nada.” Assim o vital vem à tona e tenta ganhar simpatia. Cada vez que uma dúvida vem e nós sentimos que não somos instrumentos de Deus, menosprezamos a nossa capacidade. Quantas vezes duvidamos de nós mesmos, nos menosprezamos, nos auto-destruímos! No momento em que duvidamos que Deus está dentro de nós, uma mancha escura aparece na lápide dourada de nosso coração. Quando não nos amamos, a face do sol fica encoberta de nuvens. No momento em que depreciamos a nossa capacidade e duvidamos de nós mesmos, no momento em que esquecemos o que eternamente somos, nesse momento, estamos a milhões de milhas distantes da verdade. Amamos apenas quando sentimos que alcançamos algo ou sentimos que amanhã ou depois faremos algo. Esse é o humano em nós.

 

De que adiantam as minhas realizações,

Se temo que amanhã

Alguém fará melhor do que eu?

Do livro de Sri Chinmoy, A Jornada Alma da Minha Vida – Meditações diárias para inspirar as suas manhãs em todos os dias do ano.